
"A IA já passou da fase 'hype vs ceticismo'. Agora o que importa é distinguir quem só consome IA como gerador de texto de quem constrói agentes que executam, decidem e se acoplam aos processos."
Como sócio da Biobots — empresa que cria agentes de IA e avatares de pessoas reais — Ney opera diariamente na fronteira em que personalidade humana vira interface tecnológica. No painel, conduziu a conversa puxando de cada painelista o ângulo mais singular sobre o mesmo movimento de mercado.


